A Nutricionista

Carolina Baccei

Bacharel em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo; Especialista em Nutrição Clínica Funcional pela VP consultoria; Formação em Auriculoterapia pela Humaniversidade e Prestadora de Serviços para Rede Record no programa A Fazenda (1ª/2ªe 3ªtemporada)

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8 nov 2016

Um veneno chamado Aspartame!

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Um estudo publicado em 2008  teve como objetivo investigar os efeitos do aspartame sobre o cérebro, já que os pesquisadores sugerem que sua ingestão excessiva pode estar envolvida em alguns transtornos mentais, como aprendizagem comprometida e no funcionamento emocional. Dores de cabeça, insônia e convulsões são alguns dos distúrbios neurológicos que já foram encontrados relacionados ao aspartame. A perda de memória pode estar ligada a neurotoxicidade do ácido aspártico e da fenilalanina.

Após a sacarina, o aspartame é o segundo adoçante artificial mais utilizado no mundo. Estima-se que mais de 8 mil toneladas de aspartame são consumidos a cada ano nos Estados Unidos, que 62% do valor comercializado no intenso mercado de adoçantes corresponda a sua venda e que seu consumo atinja mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

Um outro estudo de 2005, apresenta os resultados do experimento de longo prazo sobre a carcinogenicidade do aspartame através de sua administração em variadas doses, na ração de ratos até sua morte espontânea. Os resultados do estudo demonstraram que o aspartame provocou um aumento estatisticamente significativo de leucemias, linfomas e outros tipos de câncer em ratos.

Portanto, sintomas como dor de cabeça, tontura, mudança de humor, vômitos ou náuseas, dor abdominal e cólicas, alteração da visão, diarréia, convulsões, perda de memória e fadiga podem estar relacionado com o uso excessivo de adoçantes à base de aspartame.

 

 

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